Coluna DestINos – Jaguarari/BA: Uma viagem ao centro norte do Estado

Oi, desbravadores! Como estão?! 

Depois de uma edição nacional – Foz do Iguaçu – cheia de emoções, história e boas recordações, voltamos nossa atenção à boa terra: nossa Bahia! Escolhemos visitar no centro norte do estado, a linda e pouco percorrida cidade de Jaguarari, que no dia 6 de agosto completa 95 anos de emancipação política e de muita história. 

O município fica a 410 km de Salvador, entre  Juazeiro, ao norte, e mais ao sul, a cidade de Senhor do Bonfim. Com uma população estimada em 36 mil habitantes o clima semiárido é propício ao “rolê” turístico.

Vamos viajar?!

Como chegar: Para quem decidir ir de ônibus a Jaguarari, com saída pela BR 324, pode, através da rodoviária de Salvador, tomar o bus da empresa ROTA direto para o município. O valor dos bilhetes é a partir de R$94.

Aos que optarem por irem de carro, devem pegar a BR 324 e depois a 407. Passarão por cidades como; Feira de Santana, Jenipapo, Tanquinho, Riachão do Jacuípe e Senhor do Bonfim, por exemplo. 

Rota: https://www.google.com/maps/dir/Jaguarari,+BA,+48960-000/Salvador,+Bahia/data=!4m8!4m7!1m2!1m1!1s0x772ba54edafea6b:0xb41280a8aba01732!1m2!1m1!1s0x716037ca23ca5b3:0x1b9fc7912c226698!3e0?entry=s&sa=X&hl=pt&ved=2ahUKEwjB65bpzMzxAhW9qJUCHZ1rAygQ7zV6BAgFEA4 

A Cidade: Jaguarari tem forte poder agrícola, e nela, grande parte de sua fonte econômica, aliado à produção de minério no distrito de Pilar – região mais desenvolvida economicamente e relativamente distante do centro. A cidade que ferve durante os festejos juninos, passando por seus palcos atrações de peso como Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, também devota sua fé ao santo que se comemora no mês referido: São João. A entrada do município, inclusive, mantém uma gigantesca imagem do padroeiro. Jaguarari, embora pequena, está coberta socialmente: bancos, supermercado, feira livre que bomba aos sábados, farmácia e restaurantes funcionam plenamente dando todo suporte necessário. Alguns, inclusive, como delivery. 

Onde ficar; São poucas as opções de hospedagem em Jaguarari. Nós ficamos no Hotel Center Melo – Praça Custódio Barbosa – que tem aposentos relativamente confortáveis. O hotel não possui serviços extras, a exemplo de lavanderia e restaurante.

No período em que estivemos lá, por conta de termos sido convidados pela Prefeitura Municipal, nosso café da manhã era num restaurante anexo que não pertence ao hotel. 

Conheça: https://hotel-center-melo.negocio.site/ 

Durante os festejos juninos, período em que a cidade tem maior movimento de turistas, por conta dos shows que acontecem na praça matriz, alguns moradores alugam suas casas por temporada. Nestes casos, é importante fazer pesquisa próximo à época festiva. 

Uma ótima opção é o Hotel Quintal de Casa, espaço que é gerenciado pelo empresário João Monteiro, muito popular na cidade. A estrutura é muito aconchegante, nos dando a impressão de estarmos na sala de nossa própria casa, sabe?! O café da manhã é perfeito e personalizado. Bem localizado, no 2º piso do Quintal de Casa, por exemplo, se vê boa parte da cidade em vista panorâmica. 

Conheça https://instagram.com/hotelquintaldecasaofc?utm_medium=copy_link 

Um outro local para ficar, ao pé da serra, no distrito de Catuni da Estrada – que apresentaremos mais adiante – é o “Chalé Serra Azul”. Lá a proposta é de imersão na natureza. Quartos compartilhados, camping, horta e trilhas. No entanto, o espaço está em construção e a previsão de conclusão é o primeiro semestre de 2022. 

Informações:  https://instagram.com/belezasdecatuni?utm_medium=copy_link 

Gastronomia – Onde comer: Existem alguns lugares para comer a preço bem em conta, coisas a partir de 8 reais, desde pizzarias a churrascaria. Mas, nós destacamos o Hora Açaí Café. O estabelecimento tem um cardápio variado e padrão no sabor. Com destaque para o chocolate quente tipo europeu, que combina perfeitamente com o frio que faz na cidade. 

O proprietário, Ruan Matos, inclusive, aproveitou nossa passagem por lá, para anunciar o investimento em mais um empreendimento, que deve ser entregue ao município no início de 2022; CAROÁ PUB, um complexo que vai abrigar pizzaria, bar, espaço para shows e hamburgueria artesanal. “A cidade tem potencial para receber empreendimentos como esse. Trabalhamos a ticket médio, o que facilita e democratiza o consumo”, falou. 

Conheça https://instagram.com/horadoacaijaguarari?utm_medium=copy_link 

Sem mais delongas, vamos de rolê!!

Para quem ama turismo histórico-cultural e gastronômico, se liga no roteiro do nosso primeiro dia em Jaguarari: No distrito de Gameleira, cerca de 12km do centro, conhecemos as trabalhadoras do Grupo Mulheres em Ação, que sustentam a família e mantém as tradições com a produção de doces de sabores regionais. 

Elas preparam artesanalmente deliciosos doces, cocadas e geleias que  fazem sucesso. O “carro chefe” da casa é a geleia de umbu. O preparo começa na colheita e limpeza do fruto, seguido da extração da polpa, e, por fim, a junção com o açúcar finalizando após duas horas mexendo em fogo baixo.

Nós provamos e amamos os produtos, que variam de R$3,00 a R$20. Para fortalecer a agricultura familiar e a cooperativa, vamos deixar aqui o contato delas para quem quiser encomendar: 74 3608 3042

Depois de nos deliciarmos com os doces das mulheres de Gameleira, pegamos mais estrada de terra batida rumo ao distrito de Jacunã. É lá que está a Associação das Mulheres da Palha, que transforma a folhagem seca do pé de ariri em arte. São chapéus, bolsas, esteiras, carteiras e outros tantos itens. Os produtos custam a partir de R$15 reais.

A noite fomos agraciados com um convite pra lá de especial: a inauguração do projeto “Nossa Casa, Nossa História“, que tem curadoria do Srº Nenê da Nivalda (foto) e que tem como objetivo resgatar a cultura popular da comunidade de Oiteiros. Trata-se de casa de taipa, construída todinha pelas mãos de Seu Armando (foto), se transformou em um verdadeiro memorial que preserva objetos dos  antecessores que construíram e fizeram crescer a comunidade. Ainda teve show especial de pífano. 

Depois de uma chegada cheia de atrações locais, nada mais justo que nosso dia seguinte de rolê, fosse igual ou melhor. Preparamos um roteiro de imersão geológica, fomos conhecer o povoado do Mucambo, que fica a 20km saindo do centro de Jaguarari pela BR 407, e mais 15 minutos de trilha moderada, onde existem gigantescas formações rochosas esculpidas pela ação do tempo.  

Ao final da trilha uma boa surpresa é se deparar com gravuras ancestrais de indígenas, pintadas nas pedras. A maioria delas fazem referência à religiosidade. Não existe estudo arqueológico que precise a idade e nem o significado das pinturas.  

Se ligue: Uma informação complementar é que existe uma “disputa” sobre o logradouro da comunidade. Segundo os moradores, Mucambo pertence a Campo Formoso, no entanto as políticas públicas voltadas para esta área, são administradas pela Prefeitura Municipal de Jaguarari. 

Quando visitamos o distrito, notamos que o riacho que banha o local estava seco. Segundo moradores teria sido aterrado para exploração de minério. Informaram ainda, que durante os “meses das águas”, no período entre março e junho há cheia. O “Riacho do Mucambo” deságua no Rio São Francisco. 

Em Oliveiras, povoado vizinho, subimos a serra há 700 metros de altitude de onde foi possível ter uma vista privilegiada das rochas. Aproveitamos, claro, para fazer vários cliques. 

Um fato curioso desta expedição foi saber sobre a catalogação do cacto de nome científico Espostoopsis dybowskii, que somente existe em 4 lugares do mundo. O registro foi feito pelo botânico José Siqueira, que é responsável pelo Centro de Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga da UNIVASF. Incrível, né?!

Já no final da tarde, em busca de concluir o dia com um lindo por sol, tivemos uma grata surpresa: passando pelo distrito de “Catuabo”, o grupo de reisado, sabendo de nossa estadia, nos convidou para assistir a sua apresentação, que originalmente acontece a cada dia 20 de janeiro em homenagem a São Sebastião, padroeiro do local. 

*Veja em vídeo nos destaques do @canalin__

Depois de assistir a apresentação, seguimos para a Serra do Morgado a fim de curtir o pôr do sol. Deste rolê, nada a dizer, só contemplar. 

Ainda chegamos bem pertinho do Jardim de Aládia, casa que pertence ao fotógrafo e escritor,  Marcos Cesário. Foi construído em homenagem à mãe falecida dele, Aládia. Daí o nome do lugar.

Vocês estão gostando, né?! Então vamos continuar! 

Nosso roteiro começava sempre bem cedinho, às 6:30 já estávamos de pé para o café da manhã e às 7:30 já saímos para cumprir o caminho previsto. 

Em mais uma estadia, desta vez com o tempo chuvoso – 18° – seguindo a recomendação de populares a cerca de um distrito próximo – 10km ao sul – fomos visitar Catuni da Estrada. Por lá, nós encontramos um ambiente natural de transição entre Mata Atlântica e caatinga florestada, totalmente diferente do que tínhamos visto até aqui. O local evidencia a gigantesca pluralidade do sertão baiano. 

O povoado devota sua fé ao padroeiro São José, e dedicado ao santo existe uma igreja datada do período colonial. Todo ano, dia 19 de março a comunidade comemora e pede bênçãos para ter fartura no campo. Nós aproveitamos para reforçar a nossa fé e pedir proteção. 

Outros atrativos históricos são as demais construções, a exemplo da linha férrea datada de 1894 e que ligava a capital baiana ao interior do Estado, além de ter facilitado o escoamento de produtos para colônia. 

No caminho dos trilhos, notamos construções residenciais do mesmo período e que hoje estão abandonadas, como nos contou o zootecnista, Alan Bonfim. 

Para quem deseja conhecer mais detalhadamente a história de Catuni, o Canal In libera um link para baixar o livro “Catuni da Estrada – Portal das Águas da Serra” de graça. Aproveite: http://www.sabeh.org.br/?mbdb_book=catuni-da-estrada-portal-das-aguas-da-serra

Falando em livro, na volta pro hotel, conversamos com o cordelista André Castro, 20 anos, autor de dois livros; “Histórias de Cordel” e “Você Dentro dos Seus Sonhos” que foram publicados pela editora pernambucana Oxente. Num bate papo descontraído ele nos revelou que uma de suas principais referências é o escritor e também cordelista Bráulio Bessa, nacionalmente conhecido por conta por suas apresentações no programa de tv da rede globo, Encontros. Ele lembrou ainda, da oportunidade que teve de apresentar seu trabalho no mesmo programa, rendendo-lhe boa popularidade no município. “A poesia me salva todos os dias…” Disse. 

Veja conteúdo exclusivo: https://www.instagram.com/tv/CSAY_PDlxfX/?utm_medium=copy_link 

Na mesma ocasião, recebemos o Secretário de Governo Municipal, André Nascimento, para falar sobre as ações da prefeitura ligadas ao turismo local. Ele nos contou que as prioridades da gestão, em função das baixas condições sociais, estão voltadas à assistência social. Disse ainda que, existem planos de mapeamento das áreas turísticas para criação de roteiro guiado na cidade. “A nossa ideia é que as pessoas visitem nossa cidade e fiquem dias aqui, diferente do São João em que a maioria assiste aos shows e vão embora depois, sem utilizar os serviços de Jaguarari. Para isso pretendemos aumentar a capacidade da rede hoteleira, hoje pequena, mapear os distritos e seus atrativos para formar pontos guiados de visitas”, contou. 

Aproveitamos para bater um papo também com os irmãos Geraldo e Reginaldo Gomes, que estudam Geografia e Administração respectivamente. Nascidos em Jaguarari, eles destacaram o amor à cidade, mas pontuaram a falta de oportunidade de emprego. “Ter que buscar a vida fora de onde você vive é muito complicado. Eu mesmo trabalho informalmente aqui – no posto da rede de energia elétrica – não tenho carteira assinada…” disse Reginaldo. 

Em Jaguarari, a prefeitura municipal é a maior empregadora, isso incha o orçamento local com pessoal e acaba que não renova o “pessoal” em função do tempo natural de gestão. 

Para Geraldo, um cadastro que pudesse “mapear” os estudantes locais poderia ajudar na admissão de talentos formados da terra. “Eu estudo geografia e logo me formo, mas, não sei se serei aproveitado localmente, entende?!” Disse. 

A gente também quis saber o que eles fazem para se divertirem, e nos revelaram que são poucos atrativos. Mencionaram uma “boate” no distrito de Gameleira, que funciona as noites de quinta e um anfiteatro, no centro, que não tem apresentação há algum tempo. “No geral, a gente se diverte resenhando nas praças. Típico de cidade pequena.” Concluíram. 

Entrevistamos também a secretária de Educação Gelzira Santos, que nos falou sobre as ações da pasta para preservar a história da cidade entre alunos munícipes. “Nossa pasta atende alguns setores relacionados como esporte, lazer e turismo, este último deve logo ser desmembrado e ficará aos cuidados do Leandro Santos, e nós temos muito cuidado com a preservação histórica, a importância dessa preservação é fundamental. Estamos ainda buscando ações específicas para alavancar nosso turismo e aumentar nossa capacidade em receber as pessoas, e nisso o trabalho de vocês nos auxilia muito.” Concluiu. O diretor do departamento citado pela secretaria, Leandro Silva, também se mostrou ativo nas atuações de desenvolvimento da cidade no campo turístico e apontou que já iniciou um mapeamento geográfico e arqueológico para tornar público alguns locais para visitação. “Jaguarari é linda e merece ser conhecida e contemplada. Estamos nos organizando para que, além do nosso forte São João, a gente possa receber turistas o ano todo”, contou. 

Bom… De volta ao roteiro na sede da cidade, decidimos fazer uma expedição entre as serras jaguarienses. Equipados com protetor solar, água e tênis -#sqn entenda no @canalin__, trilhamos rumo ao Ventador, ponto final do roteiro onde podemos ter uma visão panorâmica da cidade. A diversidade botânica e a altura das serras impressionam e distraem os olhos, tornando a caminhada mais breve e tranquila. Nossa primeira parada foi na Barragem do Bendó, local muito procurado para piqueniques e banhos, mas, se ligue: as águas da barragem são impróprias para banho. O Bendó, que outrora abastecia a cidade, atualmente não tem a mesma serventia. Suas águas em período de cheia desembocam em uma barragem maior, que é útil para a criação de gado.

Por conta da forte chuva que deixou o solo enlameado neste dia, abortamos a trilha no Bendó e continuamos no dia seguinte por outro caminho, este mais longo, porém com condições melhores para caminhar. Equipados com tênis, protetor solar e água, #sqn (esquecemos a água e Ricardo preferiu ir de sandália, que foi uma péssima escolha) encaramos o desafio de percorrer 10 km a pé, atravessando serras e desviando dos espetados galhos secos, para chegar ao ponto mais elevado de Jaguarari com uma promessa de uma recompensa que valeria o esforço.

A trilha é longa, são 2h de caminhada em um terreno úmido e rochoso, em certos momentos, íngremes. Por essas características o local é bastante procurado para a prática de motocross. A natureza também proporciona um alívio térmico com o frescor da neblina sobre as serras.

Chegamos finalmente ao Ventador e o sentimento de gratidão supera qualquer cansaço. A natureza é, de fato, deslumbrante e imbatível.  Do alto avistamos o horizonte serrano, quase entrelaçado com o céu.  Uma pena que, neste dia, a neblina atrapalhou um pouco a vista, mas nada que tirasse a beleza do lugar.

VENTADOR:

BENDÓ 

Fechamos nossa visita subindo o monte para sentir o que sentem os moradores que sobem neste local em peregrinação no período da semana santa. 

Bem na frente da entrada da cidade, só que do lado oposto, da para subir a pé ou mesmo de carro para rezar, acender vela ou mesmo apreciar a linda vista. Aí, os repórteres aqui, ao invés de escrever, preferem mostrar. Vejam as fotos lindas.

Vale a pena visitar: Cachoeira dos Betes

O mau tempo e a nossa curta estadia em Jaguarari nos fez abrir mão de visitar a Cachoeira dos Betes. O local é responsável por refrescar os moradores que procuram um final de semana de lazer. A 15 km da sede da cidade, a cachoeira também conta com quiosques e um campo de futebol nas proximidades. Uma graça, né?!

Considerações da equipe Canal In: Jaguarari é aquela cidade que você se sente acolhido, sabe?! Um desejo de ficar mais um pouquinho porque a gente sabe que ela tem sempre mais para oferecer. Nós, por exemplo, ficamos dois dias a mais do acordado, e quer saber? Ficaríamos mais uns 20 dias produzindo. 

O povo, o clima, as possibilidades… Tudo é atrativo natural. Se você pega um carro, aponta para um direção e vai, Jaguarari te entregará o melhor, basta ter olhos atentos, coração e mente aberta para perceber. Por lá, até as pedras são bonitas. 

O clima, que quando estávamos lá apontou 17°, propicia caminhadas mais prazerosas e menos ofegantes. Imagine aí; caminhar 2h subindo a serra e nem suar! Isso é mesmo um convite natural. 

Mas, nem tudo são flores, o município também expôs suas carências turísticas e sociais. A rede hoteleira é limitada, os atrativos naturais ainda não estão totalmente mapeados e a cidade ainda não possui guias cadastrados. No entanto, como contamos anteriormente, a atual gestão já trabalha para solucionar estes casos. Conosco, um servidor ficou à nossa disposição, e muito simpático, nos guiou o tempo todo. Já socialmente, a seca que assola parte da cidade e a baixa economia, que tem sua maior fica no campo, precariza a vida de muitos jaguararienses.  São muitas famílias de baixa renda e que necessitam de ajuda pública. Por isso, a prioridade da gestão fica voltada ao social e o turismo, área que pode trazer riquezas para a cidade, ficou anos em 3º plano. 

Um ponto que vale BASTANTE destaque é a cultura local. Pífano, fanfarra, São João, arte em palha e cordel tem representantes maravilhosos por lá. 

A gastronomia local é comum na capital. O que destacamos foi o “suco de maracujá do boi”, fruto verde,  que batido com água e açúcar dá uma bebida beeemmmm refrescante. 

Quanto ao custo benefício, vale muito. Hospedagem não é caro e comer também não. 

Se decidir ir, marque a gente nas redes sociais e, como dica: vá de peito aberto, porque a cidade saberá te surpreender!

Equipe Canal In

Repórteres / Fotos: Ricardo Henrique e Lucas Gomes 

Produção: Ricardo Henrique e Leandro Silva

Contribuição fotográfica: Alan Bonfim / Jota / Luiz Divulgações 

Apoio: Prefeitura Municipal de Jaguarari / Departamento de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer

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