SANTA DULCE DOS POBRES: MEMORIAL SANTO



Dias após o anúncio da Irmã Dulce dos Pobres como a primeira santa brasileira, decidimos fazer uma visita ao memorial em sua homenagem. Suas obras sociais estão completando 60 anos em 2019, tempos dedicados ao: amor, ao assistencialismo social e ao bem estar dos mais necessitados. Características que definem quem foi irmã Dulce. Ela não media esforços para cuidar daqueles invisíveis aos olhos dos poderes público.

 

Ao chegar no memorial, fomos bem recebido por todos os funcionários, que possuem um enorme prazer em exaltar o nome da futura santa e continuar levando a história dela para ainda mais pessoas. Logo na entrada, há várias mensagens deixadas por pacientes e seus familiares que estiveram no local, como frases, passagens bíblicas e relatos de milagres operados pela Dulce dos Pobres. Há, também, várias fitas com cordéis amarrados, falando sobre como o anjo bom da Bahia cuidou bem dos seus “filhos”.

No lugar é possível encontrar vários objetos que  pertenceram à Irmã Dulce, como, por exemplo, os instrumentos que ela amava tocar (sanfona e um pequeno piano), remédios, utensílios pessoais, terços e cartas recebidas pelos seus fiéis. Isso proporciona a quem visita uma bela viagem no tempo e maior aproximação com a freira, Em cada espaço do memorial, há uma tela mostrando as principais passagens, depoimentos e a visita do Papa João Paulo II (um dos momentos mais importantes de sua passagem por aqui). Pouco tempo após a visita do Papa, em 1992, Irmã Dulce faleceu, emocionando “fãs” e fiéis.

O quarto em que Irmã Dulce faleceu permanece intacto lá, com a roupa que ela utilizou no seu enterro na Igreja da Conceição da Praia até a transferência dos restos mortais para a Igreja própria, localizada no Largo de Roma, onde existe as Obras Sociais e o memorial dedicado a ela. Uma curiosidade: a roupa ainda continua conservada, mesmo após anos dentro do caixão, e os funcionários relatam que na época da transferência dos restos mortais, o corpo dela estava em bom estado físico. Não há dúvidas de que a Dulce dos Pobres está eternamente presente na mente e no coração de todos.

Recomendamos à todos essa visita. Vocês viverão momentos incríveis e sairão de lá com outra visão de mundo. Todos nós somos abençoados por viver nos mesmos lugares que uma Santa também viveu e praticou sempre o bem ao próximo. Para quem sentir fome, existe uma cafeteria ao lado do memorial, com ótimas opções para lanchar e se deliciar. Parte da renda é dedicada às Obras Sociais. Além disso, vocês podem comprar objetos, bonecas, roupas e lembrancinhas da Dulce dos Pobres, que encontrarão na loja da OSID, cuja renda também é revertida para as Obras Sociais.

 

 

Equipe Canal In

Repórter Douglas Santana

Editor Ricardo Henrique

Fotos Marco Dias e Silvana Pinho

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