Show de Frejat atraiu amantes do rock nacional à Concha Acústica neste sábado (21/5) 

Em plena forma, o artista comemorou seus 60 anos dando show de voz e guitarra 

O hit maker Frejat apresentou os hits de sua carreira em apresentação única na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, depois de dois anos longe da estrada, devido à pandemia do coronavírus. O cantor voltou a Salvador, neste sábado (21/5), com a turnê “Frejat Ao Vivo”, para cantar seus grandes sucessos. 

Com toda sua energia rock’n roll e da banda que o acompanha há anos, formada por Marcelinho Costa (bateria), Humberto Barros (teclado),  Bruno Migliari (baixo) e Maurício Almeida (guitarra).  Frejat trouxe no repertório um passeio pelos sucessos de sua trajetória e também por músicas de nomes que sempre o inspiram. A noite contou ainda, com show de abertura do artista Marcos Clement, cantando suas canções do disco In Natura, além de sucessos de Raul Seixas e outros rocks nacionais.

Depois de tanto tempo longe dos palcos, acredito que é hora de celebrar e dar um novo significado a estas canções. E só faz sentido fazer isso com o público, no palco, ao vivo”, disse Frejat sobre a principal motivação para esta turnê. 

Cantando como nunca e acompanhado de sua guitarra nos momentos mais agitados e no violão nas passagens mais baladeiras – duas ‘versões’ de Frejat igualmente amadas pelo público – o músico ofereceu um longo passeio por sua carreira, oferecendo aos fãs uma espécie de viagem biográfica. Assim, o repertório apresenta alguns de seus maiores sucessos, muitos deles ‘turbinados’ e com energia renovada. Da carreira-solo, o público pôde fazer os tradicionais coros em hits como Segredos, Homem Não Chora, Amor Pra Recomeçar. Os hinos do Barão Vermelho e as sempre bem-vindas homenagens a seu parceiro-maior, Cazuza, também marcaram presença: clássicos como Maior Abandonado, Puro Êxtase, Ponto Fraco, Pro Dia Nascer Feliz, Codinome Beija-Flor e Exagerado, entre outros.

Já no território das versões afetuosas, o show relembrou canções que registrou em disco, como Malandragem Dá Um Tempo (Bezerra da Silva) e Amor Meu Grande Amor (de Ângela Ro Rô) e surpresas, como sua Malandragem, eternizada na voz de Cássia Eller e que ganha um registro do autor e uma inédita interpretação de Mê Dê Motivo (Sullivan e Massadas), inesquecível gravação de Tim Maia e que agora, como define Frejat (coberto de razão), encontra sua vocação como “um blues bem brasileiro”.

O artista mostrou impecável desempenho de voz e violão e já deixou saudade.  

Equipe Canal In 

Repórter / Editor / Fotos: Ricardo Henrique 

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